Publicado em 21/12/2021 as 11:59
Por : Fan f1

Na manhã desta terça-feira, 21, o ex-senador Eduardo Amorim foi entrevistado no Jornal da Fan, da rádio Fan FM, e declarou que não vê incoerência caso Geraldo Alckmin seja o vice de Lula em uma chapa à Presidência da República e decida apoiar Rogério em Sergipe na disputa pelo Governo.
“Nunca procurei construir inimigos. Rogério é um colega de Medicina, divergências todo mundo tem, convergências é possível. Vou conversar com Alckmin e a gente começa a desenhar o que vamos fazer, qual o caminho que vamos seguir. Não vejo nenhuma incoerência em nada disso, a vida é feita de mudanças e vou pensar muito. Vamos ver o que vai ser trilhado, o que vai ser construído”, disse Amorim.
Questionado se teria recebido convite de diversos partidos aliados do presidente Jair Bolsonaro para ser candidato ao Governo e abrir um palanque para o presidente em Sergipe, o ex-senador nega esse fato.
“Que eu recebi convite de partidos de amigos aliados, isso sim. Que eu conversei com o presidente do partido de Bolsonaro e o próprio Bolsonaro, isso não. Mesmo porque, se isso tivesse ocorrido eu teria que mudar de partido e não é a minha pretensão hoje. O convite tem se acentuado neste momento, mas ele também já foi feito alguns meses atrás. Então, nada de concreto, nada de decidido, mesmo porque a gente está vendo nesse momento as conversas se intensificarem e as mudanças começarem a ocorrer em prol de mudanças, em prol de decisões de montagem dos palanques nos diversos cantos do país”, pontuou.
E finalizou: “no segundo turno da eleição de 2018 praticamente eu não participei. De lá para cá, só agora manifestei politicamente as minhas intenções. Pensava em pendurar as chuteiras políticas, mas a pandemia veio e vi toda a necessidade, toda a fragilidade do nosso sistema de saúde e vi que não era a hora de pendurar as chuteiras, percebi que ainda posso ajudar, e ajudar muito”.