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Economia
PETROBRAS LANÇA LICITAÇÃO PARA PROJETO SERGIPE ÁGUAS PROFUNDAS
04/04/2023 às 07:28 por Jailton Santana

Petrobras lançou licitações para o afretamento dos FPSOs I e II em águas profundas de Sergipe, que devem entrar em operação em 2027.

As unidades de produção terão que ser construídas com requisitos mínimos de conteúdo local de 40% e 30%.

Os contratos serão válidos por 21 anos a partir da data final de aceitação das plataformas pela Petrobras.

Os editais estão disponíveis no site de compras Petronect, sob os números de identificação 7004032918 e 7004032955.

A primeira licitação para o afretamento dos dois FPSOs foi cancelada no ano passado após a desclassificação da proposta recebida da Ocyan.

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ANP autorizou a Petrobras a retomar a produção no campo de Araçás, no polo Bahia Terra.

A empresa iniciou procedimentos operacionais para o retorno seguro às operações dos poços, dutos e estações de tratamento de óleo e compressão de gás natural, que permitirão o restabelecimento de cerca de 27% da produção do polo.

A ANP ordenou a paralisação das operações no final do ano passado por questões de segurança.

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Shell e o Senai Cimatec lançarão no dia 13 de abril a nova fase do programa Desenvolvimento da Agave no Brasil (Brave) na Bahia.

A iniciativa de P&D facilita a exploração do potencial da Agave como fonte de biomassa para a produção de etanol, biogás e outros produtos.

A nova etapa envolve o desenvolvimento de soluções de mecanização para plantio e colheita de agave, testes para cultivo e manejo de diferentes subespécies, além de tecnologias de processamento para produção de etanol de primeira e segunda geração.

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Eneva encontrou fluidos gasosos no poço de extensão 3-ENV-39D-AM, no bloco AM-T-85, na bacia do Amazonas.

As informações foram enviadas à ANP no final de março.

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O banco de desenvolvimento BNDES aprovou um financiamento de R$ 907 milhões (US$ 179 milhões) para a Casa dos Ventos implantar quatro parques eólicos no estado do Rio Grande do Norte: Ventos de Santa Luzia 11, 12 e 13 e Ventos de Santo Antônio 1.

Com capacidade total instalada de 203 MW, os projetos formarão o complexo eólico Umari, localizado nos municípios de Monte das Gameleiras, São José do Campestre e Serra de São Bento.

O financiamento corresponde a 69% dos investimentos totais de R$ 1,31 bilhão.

Os recursos serão utilizados principalmente na aquisição e instalação de aerogeradores e na realização de obras civis, além da implantação de um sistema de transmissão associado ao projeto.

A construção começou em setembro de 2022 e o complexo deve entrar em operação comercial plena em agosto de 2024.

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BYD firmou uma parceria com a Orion-E Sustainable Energy para construir no formato Full EPC (engenharia, suprimentos e construção) 1.000 usinas solares fotovoltaicas de 100 KWp no Brasil, totalizando 100 MWp em dois anos.

A parceria tem como foco o projeto 3 Marias, desenvolvido pela Orion-E, que consiste no arrendamento de terras de pequenos produtores rurais para a instalação de usinas fotovoltaicas na modalidade de microgeração distribuída.

A BYD construirá as usinas por meio de seus parceiros integradores, enquanto a Orion-E será responsável pela distribuição da energia com a locação das usinas para o consumidor final.

A BYD será responsável pela entrega das usinas no modelo turnkey.

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Taesa assinou os contratos de concessão dos lotes 3 e 5 do segundo leilão promovido pela Aneel em 2022.

O Lote 5 (Saíra Transmissora de Energia Elétrica) está localizado entre o Rio Grande do Sul e Santa Catarina, com 743 km de extensão de linha e três subestações.

Com investimento estimado em R$ 1,18 bilhão, o empreendimento inclui a subestação de Garabi, que viabiliza a exportação e importação de energia elétrica com a Argentina.

O Lote 3 (Tangará Transmissora de Energia Elétrica) fica nos estados do Maranhão e Pará, com 279 km de extensão e investimento de R$ 1,12 bilhão.

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Leonam Guimarães é o novo diretor executivo da Associação Brasileira para Desenvolvimento das Atividades Nucleares (Abdan).

Com ampla experiência no setor, Guimarães é atualmente coordenador do comitê de acompanhamento do projeto da usina nuclear de Angra 3.

“O Brasil tem investido em novas usinas nucleares e na modernização das já existentes. A Abdan, como entidade representativa dos profissionais e empresas da área, tem um papel fundamental na promoção do desenvolvimento seguro e sustentável do setor nuclear no Brasil”, disse ele em um comunicado.

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